Validando bases de dados

Técnicas de mineração de dados aplicadas em bases de dados da saúde a partir de protocolos eletrônicos / Carlos Henrique Kuretzki. – 2009. 98 f. : il. 30 cm Orientador: Prof. Dr. José Simão de Paula Pinto. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, 2009. 1. Informática em saúde. 2. O curso Corvid PRO oferece ao aluno uma jornada de aprendizagem, partindo da preparação de um ambiente de desenvolvimento até a utilização de rotinas de leitura de bancos de dados. Atentando ao que é mais usado na construção de sistemas, utilizando uma didática fácil. El uso de hojas de calculo con datos tratados como bases de datos, es, según mi experiencia, el uso más cotidiano dado a esta herramienta, y no es gratuito, las herramientas disponibles para trabajar con datos estructurados de esta manera, presentes en Calc, sin hacer uso de macros, es bastante amplio, poderoso y versátil, ahora, imagínate ... Estes dois SGBDs demonstraram que bases de dados relacionais podiam ser eficazes e eficientes, validando assim o modelo relacional e revolucionando o mundo informático com este novo paradigma. Resumo (e algumas curiosidades): 1963: Charles Bachman lança o IDS, um dos primeiros SGBDs do mundo Estes dois SGBDs demonstraram ... O procedimento evita que armazenemos sujeira em nossas bases de dados e, dependendo do caso, pode até mesmo ter impacto na segurança do sistema. Um dos mecanismos que podemos utilizar para realizar esta verificação surgiu com a liberação da plataforma Java EE 6 , na qual foi introduzida a especificação Bean Validation 1.0 . de dados orientado a objetos, seguindo a representação através dos ... Esse modelo será utilizado em todas as etapas do trabalho, validando a metodologia proposta. ... Na etapa 2 da metodologia são identificadas as bases transacionais com suas respectivas

HEALTH SAÚDE Uma rede P2P de Saúde de armazenamento de registro médico

2018.01.24 18:19 bt22coin HEALTH SAÚDE Uma rede P2P de Saúde de armazenamento de registro médico

HEALTH SAÚDE Uma rede P2P de Saúde de armazenamento de registro médico v 0.1 Rogerio H. Berlanda Novembro 2017
1.0 Prefácio Seguindo a tecnologia de uma nova era entre sistemas e banco de dados e ativos eletrônicos ou dinheiro eletrônico ponto a ponto versão de um sistema de pagamentos que hoje revoluciona nossa economia como dito por Satoshi Nakamoto seja ele um grupo ou assim como nós um cidadão comum:
“Uma versão puramente p2p de dinheiro eletrônico pode permitir o envio de pagamentos online diretamente de uma parte para outra sem ser através de uma instituição financeira. Assinaturas digitais providenciam parte da solução, mas os maiores benefícios são perdidos se um intermediário confiável ainda for necessário para prevenir o gasto duplo. Nós propomos uma solução para o problema de gasto duplo usando uma rede p2p. A rede carimba uma data as transações codificando-as em uma corrente contínua de prova de trabalho baseada em codificação formando um registro que não pode ser modificado sem que a prova de trabalho seja refeita. A maior corrente não apenas serve como prova de sequência de eventos testemunhados, mas a prova de que eles irão gerar a maior corrente e ultrapassar os atacantes. A rede em si requer uma estrutura mínima. Mensagens são distribuídas na base da melhor forma possível, e os nós podem sair a vontade, aceitando a corrente com a maior prova de trabalho como prova do que aconteceu enquanto ele esteve fora.”
O que muitos não sabem é que a tecnologia por trás disso é a grande revolução BLOCKCHAIN é um sistema que cria uma corrente de dados imutável e segura.
Com isso, resolvemos criar uma solução dentre a cadeia e todo sistema de saúde já existente. Nossa ideia é otimizar trabalho e tempo, e também trazer aos usuários maior segurança e agilidade sob suas informações voltado a area de saude. A ideia inicial surgiu da necessidade de um plano de saúde ou atendimento médico, a solução encontrada foi criar um sistema onde você possa vender a força computacional do seus aparelhos seja computador, notebook, ou smartphones em troca de um ativo chamado XXXX, o qual será aceito em hospitais, farmácias, odonto, academias e clínicas particulares que utilizarem o sistema (Instituições parceiras).
INTRODUÇÃO
1.1 O que é Blockchain? E a tecnologia por trás da moeda digital Bitcoin, que desde 2009 vem ganhando o uso de uma forma generalizada tanto no setor de finanças quanto para sistemas descentralizados, com uma variedade de blockchains que habitam negócios e serviços ainda estão a entrar nesse mercado. A tecnologia blockchain é usada para compartilhar um registro de transação em uma rede de negócios sem ser controlada por qualquer entidade. O livro-razão distribuído facilita a criação de relacionamentos comerciais sem exigir um ponto central de controle. A tecnologia coloca privacidade e controle de dados nas mãos do indivíduo. Confiança e integridade é estabelecida sem dependência de terceiros intermediários.
1.2 Como Blockchain está mudando os mercado Fintechs. Atualmente, as transações digitais ocorrem com a ajuda de tokens. Este é um código exclusivo gerado por um terceiro (como Visa ou Mastercard, por exemplo) e é compartilhado com o solicitante de token (o revendedor do qual você está comprando) e o emissor da conta (o banco do cliente). Os tokens tornam as transações on-line mais seguras ao esconder os dados reais de identificação do cliente. Uma vez que o token é gerado por um terceiro que, por si só, não possui informações sobre a transação, não há espaço para qualquer tipo de dados que possam ser utilizados por um cientista de dados. Mas isso muda com a tecnologia Blockchain. Aqui, é teoricamente possível conseguir uma posse de todas as transações que já aconteceram e isso fornece aos cientistas de dados tudo o que precisam para analisar tendências e padrões em transações on-line. Os Blockchains fornecem aos bancos e instituições financeiras a tecnologia necessária para extrair dados mais úteis do histórico de transações do cliente. Além das instituições financeiras, os Blockchains como tecnologia também têm casos de uso em várias indústrias, onde é possível aos cientistas de dados “cavarem” através de grandes quantidades de dados que estavam até agora indisponíveis para mineração. A análise de dados oriundos de Blockchains permite identificar padrões como os gastos do consumidor e identificar transações de risco muito mais rápidas do que podem ser feitas com a tecnologia atual. Através do setor de saúde, varejo e administração pública, os estabelecimentos começaram a usar o Blockchain para evitar invasões e vazamentos de dados. Nos sistemas de saúde, uma tecnologia como Blockchain pode garantir que múltiplas assinaturas sejam buscadas em todos os níveis de acesso a dados. Isso pode impedir uma repetição do como houve em um ataque em 2015 que levou ao roubo de mais de 100 milhões de registros de pacientes. Até agora, a detecção de fraudes em tempo real era um sonho. Uma vez que o Blockchain tem um registro de banco de dados para cada transação, ele fornece uma maneira para que as instituições verifiquem padrões em tempo real, se necessário. Empresas como Chainalysis e Bloq usam essa inteligência em tempo real para tomar decisões sobre dados pseudônimos. Mas todas essas possibilidades também levantam questões sobre privacidade, e isso entra em contradição direta com a razão pela qual Blockchain e bitcoins tornaram-se populares em primeiro lugar. Entretanto, para analisar isso de outra perspectiva, os Blockchains melhoram a transparência na análise de dados. Ao contrário dos algoritmos anteriores, a tecnologia Blockchain rejeita qualquer entrada que não possa ser verificada e é considerada suspeita. Como resultado, os analistas das indústrias de varejo só lidam com dados completamente transparentes. Em outras palavras, os padrões de comportamento do cliente que identificados pelos sistemas de Blockchain provavelmente serão muito mais precisos do que é hoje. Embora o Blockchain ofereça uma grande promessa para a Ciência de Dados, a verdade é que ainda não temos muitos sistemas de tecnologia baseados em Blockchain implantados em escala industrial (principalmente no Brasil). Como resultado, as oportunidades e ameaças podem não ser evidentes por pelo menos mais alguns anos até que o Blockchain se torne mais comum. Entretanto, esta é uma tecnologia que promete ser revolucionária e que trará consigo um novo universo de dados transacionais online. Os estudantes e profissionais que trabalham com dados que almejam trabalhar com Blockchain, certamente possuem um futuro glorioso ainda por vir. Na imagem a seguir, criada pela Venture Radar, estão alguns exemplos de Startups que utilizam a tecnologia Blockchain
Figura1 Exemplos de Blockchains
1.3 Infra-estrutura Atual Saúde O realinhamento de um enfoque baseado nos registros de consultas para o cuidado integral do indivíduo torna se cada vez mais complicado e burocrático no que se diz respeito a necessidade e qualidade de vida “saúde”. Onde o acompanhamento e histórico hospitalar se torna cada vez mais fraudulento e falho sob todo o sistema. A disponibilidade de um serviço ou até mesmo atendimento pronto socorro se mostra menos acessível para aqueles que necessitam de um sistema básico de saúde ou até mesmo que não possuem condições mínimas. A infraestrutura, tecnologia e educação e impostos obtidos obrigam instituições e profissionais da área de saúde encarecer cada vez mais seus serviços entre o cuidado mínimo dos indivíduos (pacientes). Grandes corporações desviam boa parte da verba inserida pelo governo para área de saúde, tornando assim o acesso cada vez mais difícil por conta de suas grandes taxas e impostos. Situações como essas são presenciada em todo o globo.
1.4 Relação paciente. O novo paradigma da saúde exige a necessidade de um atendimento eficaz e de baixo custo para que assim seja acessível para todos, trazendo um registro de informações seguras e inviolável para que os pacientes e médicos possam navegar em históricos de consultas podendo assim acompanhar seus tratamentos.
❍ Paciente : Você pode acessar seu perfil de saúde em qualquer lugar, desde histórico médico anterior a receitas exigidas. As informações serão armazenadas em uma rede blockchain não publica.
Ativo Você pode receber todos os benefícios fazendo parte da rede minerando, você pode comprar XXXX, você pode vender, trocar ou até mesmo doar nossa moeda.
1.5 Relação médico. O médico por sua vez terá um nível mais elevado, é ele quem tem o papel de trazer conforto ou até mesmo a solução de um problema trazido pelo paciente então é a partir da confirmação dele que o sistema fecha o registro, para que assim a consulta possa ser registrado no livro razão.
❏ Médico: Você pode visualizar o histórico completo do paciente desde que tenha a “chave” do mesmo ou a chave da consulta fornecida pela instituição. Seu médico pode criar uma chave consulta a chave consulta permite desde que você forneça a sua chave que o médico insira informações sobre seu prontuário uma única vez.
Ativo Você recebe pela consulta, você pode comprar XXXX, você pode vender, trocar ou até mesmo doar nossa moeda. Além de poder fazer parte da rede minerando.
1.6 Relação instituição As grandes vantagens em ser uma instituição adaptada ao sistema, e ter um controle total e 100% confiável de que suas transações entre médicos e pacientes estão sendo feitas de forma correta sem violação.
⛨ Instituições: Podem criar novas consultas, visualizar todas as fichas médicas, fichas dos pacientes e todas as consultas.
Ativo Você recebe pela consulta, você pode comprar XXXX, você pode vender, trocar ou até mesmo doar nossa moeda. Além de poder fazer parte da rede minerando.
2.Sobre o sistema.
Sistema de Saúde descentralizado. Gerenciamento de consultas pela vida toda. Prova segura de informações. Ativo p2p. Minerável. ⛏
Um sistema que permite vantagens a todos os usuários trazendo como benefício todas as informações mantidas sob tecnologia blockchain. Os usuários terão como benefício todas as suas informações em poucos cliques. Além de poder fazer parte da rede minerando as transações, reavendo seu prof-of-work (prova de trabalho) o qual poderá ser utilizado como pagamento em suas consultas ou compras de medicamentos.
Nós definimos um ativo(moeda) eletrônico como o pagamento de uma chave(consulta) eletrônica. A instituição ou médico gera chave que se confirmada o pagamento salva na rede um novo hash contendo as informações da consulta(chave). O médico por sua vez ao finalizar seu atendimento trazendo as informações como prontuário, receita médica ou até mesmo atestado confirma o hash da consulta que será validada pela chave inicial do agendamento fornecida pelo usuário (paciente). Pós sua vez ao concluir todo o ciclo criado pelo processo seguro se todas as etapas de comprovação forem aprovada, só então a rede receberá um novo arquivo a ser registrado no cadeia blockchain, gerando uma transação dentro de um bloco.
Figura 1 Diagrama de pontes
A chave da consulta é solicitada pelo usuário via plataforma a instituição fará o registro do agendamento em formato chave de consulta Hash trazendo as informações sobre valores data e hora em que houver encaixe com a agenda do médico as informações ficarão registradas no chave da consulta. Figura 2 Diagrama de ponte P2P
Nesse processo o usuário faz contato direto com o médico ou solicitado o qual também terá permissão para criação de chaves de agendamento.
Figura 3 sequência de passos
Todo processo inicia com uma solicitação de uma nova consulta HASH, seja ela feita pela instituição ou pelo próprio usuário.
Figura 4 sequência de passos. Nessa etapa a instituição solicita ao médico sua cave para ser inserido como na chave hash da consulta.
Figura 5 sequência de passos
A instituição então retorna ao cliente as informações referente a consulta com detalhes sobre valor e informações do médico.
Figura 6 sequência de passos
Nessa etapa o cliente realiza pagamento e confirma o primeiro passo.
Figura 7 sequência de passos
Após realizar pagamento o cliente/paciente deve ser atendido pelo médico o qual deverá inserir um arquivo PDF contendo as informações da consulta validando o último passo registrando o hash.
Figura 8 sequência de passos
Após confirmar as duas etapas principais o hash pode ser inserido e registrado no livro razão como uma transação válida o qual ficará gravada sem que haja alterações.
Figura 9 sequência de passos
Para consultar as informações registrada é necessário ter a chave de acesso de determinado bloco onde o hash foi inserido.
2.1 Sobre a plataforma A plataforma com uma interface limpa trará aos usuários todos os registos solicitados, sendo histórico do paciente, histórico de atendimento do médico, e histórico de transações e agendamentos das instituições.
❍ Paciente: Permite visualizar seu histórico de consultas, abrir seus agendamentos futuros ou até mesmo agendar uma nova consulta.
❏ Médico: Permite visualizar todo histórico dos pacientes, desde que tenha a chave do paciente ou a chave da consulta.
⛨ Instituições: Permite visualizar todo o histórico dos paciente e dos médicos cadastrados em sua instituição.
3.0 Implementação sistema
A implementação do sistema depende de uma rede blockchain em andamento para que ao se inscrever na nossa plataforma o sistema gere as chaves e suas permissões.
❍ Paciente: Public key - Private key ex: 18pJYCmJwpNqmwjJXXH4SJiJndPoeYTnX4 / 156jkr5ALgiMRgjKq8tBogc1BRTnR3UkqQ
❏ Médico: Public key - Private key ex: 1FyP85EtujLnBu3knn7C7V5zk8viwcupmx / 3QKsH9bddUoi5CeAwkyFcPiCfJ5hbeWRmL
⛨ Instituições: Public key - Private key ex: 3CELAf6AiZ6TLeJ1ccxtxKU9q4ELbYLHvQ / 3JQ9sabS2UNS91qzDLYvuFmUUyJFarJHws
A. Análise das Limitações do Sistema Blockchain Esses sistemas têm limitações em que a máquina virtual não tem inspeção direta além da internet, exceto através do uso de serviços de oráculos. Adicionalmente, as limitações de armazenamento da blockchain são aplicadas pelo custo de gás para armazenar e pelo custo de gás para acessar estes dados. A partir disso, o tempo do bloco estabelece um limite mínimo para solicitações de modificação do estado de pelo menos quinze segundos. A limitação da blockchain para a hospedar informação privada pode ser superada através do obscurecimento dos dados, como a criptografia, mas no caso da chave de descriptografia já ter sido vazada, não há maneira de remover os próprios dados confidenciais da blockchain.
B. Objetivos de implementação para usabilidade e segurança Os principais objetivos de qualquer sistema seguro podem ser resumidos como os objetivos de confidencialidade, integridade, disponibilidade, responsabilidade e garantia de identidade/informação. Para acomodar esses objetivos, um invasor e usuário devem ser definidos. Cada um desses papéis exige certos reconhecimentos de capacidade. Do ponto de vista do usuário, o sistema precisa ser suficientemente transparente para que nenhum conhecimento avançado seja necessário. Além disso, devido à incapacidade do usuário normal de compreender as considerações complexas de segurança cibernética, o processo precisa ser resistente às ações do usuário.
C. Definição de Hardware e Implementação da Rede Para acomodar os objetivos de projeto acima mencionados, a implementação do sistema selecionado requer vários sistemas independentes. Cada sistema subdivide a autoridade, assegura que somente as entidades autorizadas possam interagir de forma aprovada e oferece um mecanismo para aumentar a segurança e manter a disponibilidade. Este sistema também foi concebido de tal modo que o escalonamento pode ser facilmente realizado através da adição de esquemas de chamada hierárquicos. Estes sistemas são completamente descritos em detalhe abaixo. A entidade que enfrenta o público é um Servidor de Chamada de Procedimento Remoto (Remote Procedure Call - RPC) que atua como uma interface para uma implementação privada da Blockchain da Ethereum (permissão blockchain). Esta rede de nós da blockchain, só está autorizada a interagir com os outros nós da blockchain, uma entidade de chave autoral, uma instalação de armazenamento compatível com a CP e o Servidor de RPC. A entidade de criação da chave é o recurso que gera pares de chaves públicas/privadas para uso na blockchain. A instalação do armazenamento compatível com a CP hospeda os dados reais que constituem informações eletrônicas privadas de saúde. Quando uma solicitação de dados ocorre, o sistema compatível com a CP pode ser autorizado a falar com o agente de encaminhamento, que re-roteia os dados de volta para o servidor de RPC. Alternativamente, ele pode ser estruturado de modo que o armazenamento da CP fale diretamente com o servidor de RPC. Cada implementação tem benefícios que devem ser considerados antes da seleção final. Em quaisquer casos, a instalação de armazenamento da CP descriptografa as porções relevantes da base de dados após a manuseio da solicitação. Esta informação codificada é então recodificada utilizando a chave pública da parte solicitante para a transmissão. Esta chave pública é também a chave pública do contrato que atua como a interface de controle da blockchain para os dados da. O que se segue é um diagrama da topologia da rede.
E. Definição da Implementação do Software Além do isolamento físico de sistemas na implementação de hardware e rede, o controle de acesso do software facilita a integridade dos dados e a verificação da autorização para entidades solicitantes. O sistema do software, a partir da perspectiva do controle de acesso e da criptografia de dados, é descrito a seguir:
Figura 3: Topografia da rede blockchain
O banco de dados compatível com a CP aceitará apenas conexões de entrada do expedidor da CP. Isso garante que o fluxo de tráfego seja isolado para caminhos conhecidos controlados. O expedidor da CP agirá apenas para encaminhar uma solicitação para a instalação de armazenamento da CP enquanto uma transação válida ocorreu na blockchain e essa transação resultou na emissão de um evento solicitante. Este evento solicitante precisa conter a chave pública do solicitante e os campos de dados solicitados. Finalmente, o servidor de RPC usa uma Interface de Programa de Aplicativo (API) controlada por acesso, de modo que somente usuários conhecidos possam interagir com o servidor. Para entender a hierarquia de chamadas do sistema, a estrutura do contrato para facilitar o controle do acesso deve ser abordada antes. Cada usuário no sistema faz um mapa para um endereço privado na blockchain privada. Todos os endereços privados só estão autorizados a falar directamente com um contrato na blockchain. Este contrato é o contrato de classe do indivíduo. Instituições, médicos da instituição e clientes são objetos de nível de classe.
3.1 Permissões de acesso. Esses objetos de nível de classe são interfaces com permissão. O Contrato de Instituição tem uma lista de todos os clientes que concederam privilégios de visualização à instituição e cada contrato de cliente tem uma lista de todas as instituições às quais concedeu permissão. O contrato da instituição possui funções que facilitam a revogação de permissões para a instituição, a partir do usuário. O contrato institucional não pode alterar esta lista, impedindo assim o acesso não autorizado a registros individuais. Além disso, o Contrato de Instituição possui uma lista de empregados autorizados que é totalmente capaz de manter. Este esquema de permissão idealmente deveria funcionar de modo que a revogação automática de uma permissão seja realizada em intervalos semi-regulares para evitar que uma instituição inadvertidamente preserve os direitos de acesso de ex-funcionários. Dentro deste sistema, todas as partes externas interagem através da submissão de transações assinadas que codificam a chamada solicitante. Essas transações são enviadas através do servidor de RPC após a validação do usuário. O servidor de RPC envia essas solicitações para o servidor de agregação de dados que, em seguida, encaminha essas solicitações para os mineiros com base em um mecanismo de compartilhamento de carga. Os mineiros, em seguida, processar o pedido, submetendo a transação em nome do autor da chamada para o contrato de controle da parte respectiva. Este contrato contém as permissões dos dados que a entidade está autorizada a acessar internamente no contrato. Este contrato é a única entidade que aceitará uma transação de um pedido externo. Deste modo, é estabelecido um mecanismo para controlar completamente as operações de chamada na blockchain. Para qualquer transação, é criado um registro imutável do autor da chamada. Isso garante que todas as tentativas de acesso a informações sejam registradas. Os dados reais armazenados dentro do contrato de usuário é um sistema de indicadores de hash que quando resolvido pelo servidor de armazenamento da CP resultam no retorno dos dados apropriados. Essas informações são borbulhadas até o remetente da CP pela execução de uma transação de solicitação válida. O mecanismo que facilita essa comunicação é indireto e se manifesta através do sistema de mensagens da blockchain. Devido à limitação de que o solicitante só pode consultar o banco de dados por uma transação válida, e o usuário não pode alterar diretamente suas próprias informações, controle de acesso é justificado. Do ponto de vista das instituições, os mecanismos são semelhantes, exceto o contrato de instituição que hospeda uma lista de usuários de quem pode solicitar dados e uma lista de usuários que podem interagir com esta instituição como funcionários. Quando uma transação de solicitação se origina no contrato de um funcionário da instituição, o contrato de controle chama o contrato da instituição, que chama o contrato do usuário para solicitar os indicadores de dados que resolvem o ePHI. Enquanto a instituição estiver na lista de instituições aprovadas para o usuário, o contrato retornará os indicadores de hash apropriados. Estes indicadores são então publicados como uma mensagem de evento que novamente borbulha até a instalação de armazenamento da CP. Para maior clareza, o processo completo de uma única solicitação é o seguinte: A parte externa solicita dados do serviço chamando o servidor de RPC com uma transação criptograficamente assinada para a submissão para a blockchain. O servidor de RPC verifica a identidade da parte externa através da assinatura de uma solicitação de login. Enquanto a assinatura corresponder a uma entrada no banco de dados de chaves públicas autorizadas, o servidor de RPC aceita a solicitação e envia a solicitação a Máquina de Agregação de Dados (Data Aggregate Machine). A Máquina de Agregação de Dados então submete os pedidos aos verificadores privados da blockchain. Os verificadores recebem o pedido como uma chamada de uma conta da blockchain contra um contrato de destino. Os verificadores executam essa chamada e, no caso de a solicitação ser uma ação permitida, a transação é inserida no bloco seguinte. Esta transação também provoca a emissão de uma mensagem de evento na blockchain. Essa mensagem de evento é observada pelo expedidor da CP, que atua para criar uma solicitação criptografada contra o armazenamento da CP com base nos hashes da mensagem de evento. Essa mensagem também contém a chave pública do solicitante. O sistema de banco de dados compatível com a CP observa esse pedido e transmite uma cópia criptografada das informações para o servidor de CP usando a chave pública do solicitante. O servidor de RPC retorna essas informações para a parte solicitante remapeando o IP solicitante para a chave pública na mensagem. O servidor de CP transmite essa mensagem sem nunca ter visto os dados subjacentes. Esses dados são imediatamente destruídos pelo servidor de RPC, garantindo assim que o servidor CP atue como um canal que não precisa ser compatível com a CP. O mecanismo para publicar os dados é novamente de natureza semelhante, porém os dados a serem enviados são criptografados com a chave pública da instalação de armazenamento da CP. As outras operações são idênticas, exceto os dados que estão sendo postados que borbulham através do sistema de mensagem de evento. Assim, devido ao uso de funções de hashing de colisão baixa e de nonces com carimbos de data/hora, os dados podem ser armazenados com o contrato sendo capaz de computar o endereço em que os dados submetidos estão localizados dentro da instalação de armazenamento da CP. Finalmente, a distribuição de chaves privadas para entidades deve ser tratada. Isto pode ser facilitado através de meios ópticos para os utilizadores de smartphones. Isto é análogo ao uso de códigos QR como endereços para endereços na Ethereum. Meios alternativos também podem ser estabelecidos usando aplicativos em computadores de mesa e dispositivos tablet/smartphone. A perda de uma chave não é um evento catastrófico, devido à capacidade de remover administrativamente o controle do acesso de um contrato de controle de uma chave e conceder outra.
3.3 Interoperabilidade Os sistemas de BC são baseados em uma arquitetura de validação de credenciais isolada na qual os dados das instituições serão separados em cada um dos sistemas. No entanto, o acesso das informações da principal organização do Provedor às outras organizações é apenas via capacidade limitada em instâncias casos como Ler, Propor, Enviar ou Notificar. Além disso, o Paciente tem muito pouca interação ou envolvimento nessa troca de informações além de visualizar seu histórico. Qualquer erro relacionado com a comunicação incorreta ou errada é muito difícil de corrigir. Uma vez que uma blockchain e seus contratos inteligentes são configurados, os parâmetros tornam-se absolutos. O paciente torna-se o principal intermediário no envio e recebimento de informações de saúde negando a necessidade de atualizações freqüentes e solução de problemas de qualquer software. Como os registros da blockchain também são imutáveis e armazenados por todos os usuários participantes, as contingências de recuperação são desnecessárias. Além disso, a estrutura de informação transparente da blockchain poderia abolir muitos pontos de integração de troca de dados e atividades de relatório demoradas.
3.4 Processo e Escalabilidade Os usuários estão no controle de todas as suas informações e transferências, o que garante dados de alta qualidade, completos, consistentes, pontuais, precisos e amplamente disponíveis, tornando-os duráveis e confiáveis. Devido à base de dados descentralizada, a blockchain não tem um ponto central de falha e é mais capaz de suportar ataques maliciosos. Em qualquer rede de cuidados de saúde é necessário garantir que os participantes que estão trabalhando em conjunto podem depender uns dos outros para fornecer os serviços necessários que se espera deles. Para isso, deve haver um meio de assegurar a prestação de contas de tarefas e serviços esperados sejam entregues em tempo hábil e também a responsabilidade associada caso não forem entregues em tempo hábil ao nível de qualidade esperado. Assim, qualquer infra-estrutura de cuidados de saúde tem que ter a competência de perfeitamente ser capaz de monitorar as informações necessárias para permitir que o principal provedor de cuidados avalie a sua rede de cuidados. Além disso, à medida que a rede de cuidados de saúde cresce e essa interação entre as redes de provedores de cuidados aumenta a infraestrutura dos cuidados de saúde deve ser capaz de abordar esta escala de forma eficaz. O aspecto chave para a construção de um sistema de Gerenciamento de Cuidados 12 altamente escalável e distribuído é um quadro arquitetônico peer-to-peer. Essa estrutura já foi usada em vários segmentos da indústria como mídia, esportes, mercado imobiliário, cadeia de suprimentos e outros, a blockchain pode ser facilmente um conector de software complementar para frameworks centralizados existentes. Isto nos levou a explorar a utilização do framework da blockchain para a sua aplicabilidade para ajudar a permitir uma estrutura peer-to-peer para os cuidados de saúde. A Blockchain tem a promessa de validar duas ou mais entidades envolvidas em uma "transação de saúde". Isso fornece dois atributos-chave em comparação com um modelo de autenticação centralizada. A primeira é que as partes interessadas podem se envolver em um "nível de transação" de "relação de confiança". A segunda é que a exposição da obrigação em tal relação é limitada apenas ao envolvimento de "nível de transação". Isso é muito útil, pois limita o acesso de informações e responsabilidades entre as partes envolvidas e, ao mesmo tempo, permite que uma parte entre em uma relação de transação com um número de outros provedores com base em suas capacidades específicas e tipo de atendimento a ser entregue ao paciente. Isto é significativamente melhor do que os sistemas centralizados convencionais que têm a necessidade de limitar o número de provedores para uma ampla gama de necessidades de pacientes devido ao esforço necessário para gerenciar o acesso e as obrigações.
3.5 Troca de Informação sobre Saúde e Tokens Para o Brasil se afastem com sucesso do modelo de taxa por serviços burocráticos para o atual modelo baseado em valores, tem que haver uma infraestrutura de TI de saúde que permita às organizações vincular qualidade, valor e eficácia de intervenções médicas através de um modelo de remuneração respeitável. A compensação irá se basear na eficácia da rede dos provedores de serviços em conjunto para garantir a melhoria da qualidade dos cuidados e bem-estar e, ao mesmo tempo, reduzir os custos de cuidados associados. Para incentivar verdadeiramente os diferentes participantes na rede a criar proativamente melhores regimes de assistência, uma compensação baseada no mérito de economias compartilhadas (reembolsos) entra em vigor. A fim de alocar efetivamente uma parte proporcional ao provedor na rede que mais contribuiu para a economia global, um monitoramento claro de sua contribuição é mensuravelmente executado por contratos inteligentes na rede da blockchain. Outro impacto-chave do novo paradigma de saúde é o modelo de compensação onde os provedores são elegíveis para receber compensação adicional além do cuidado prestado. Esta compensação é o resultado de economias que são geradas com base na forma de quanto os provedores gerenciam os resultados dos cuidados do paciente (incentivos). Qualquer economia gerada através de uma gestão eficiente do cuidado do paciente pode ser mantida pelos provedores e seus parceiros de rede como parte do aspecto de economia compartilhada do novo paradigma de saúde.
Nossa proposta dá a capacidade dos pagadores de transferir tokens como incentivos para os provedores que alcançam essas métricas de qualidade. A capacidade de acompanhar e gerenciar contratos inteligentes em que os benefícios podem ser resgatados com facilidade, fornecendo a qualidade necessária para provedores e pacientes participarem ativamente de uma colaboração recíproca. Contrariamente, se um ou mais participantes falharem, penalidades apropriadas por meio de obrigações também podem ser cobradas com a mesma facilidade. Esta aproximação da qualidade/bem estar fornecerá o impulso necessário que é preciso para deslocar a indústria de cuidados médicos de uma mentalidade da gerência da doença a uma mentalidade de estilo de vida bem-estar. Daí em diante, tokens emitidas pela XXXX (XXX), vão ser o token nativo da plataforma da XXXXX. Em troca de tokens XXX, os usuários serão capazes de usar a rede para alugar espaço de armazenamento de informações de saúde, e para executar pagamentos e transações nos contratos inteligentes de saúde. Acreditamos firmemente que usar um token seja o melhor sistema de pagamento para suportar esta infra-estrutura no futuro próximo. O futuro é um ecossistema vibrante de muitos tokens, para os quais a saúde precisará de um sistema de pagamento em ciclo fechado. O resultado será um ciclo de feedback positivo do círculo de gerenciamento de cuidado eficiente com diminuições significativas em bilhões de dólares atualmente atribuídos à fraude de pagamento de saúde. O sistema também incentiva as grandes organizações com amplo armazenamento de servidores a trocar tokens com organizações de saúde de pequeno e médio porte que precisam de acesso direto à rede de saúde da blockchain sem a implementação direta de um nó. No entanto, as novas políticas de saúde fornecem o potencial para incentivar os provedores a trabalharem juntos para melhorar as vias de atendimento, as atuais arquiteturas de EHR ficam aquém desta habilidade, assim, a simples concessão ou recebimento de tokens facilita esse processo. Portanto, o valor dos tokens está vinculado ao volume de transações executadas na rede. À medida que a rede XXXXX aumentar consistentemente as transações de tokens, a demanda por token aumenta, resultando em aumento de valor.
Distribuição
Referências:
http://www.businessinsider.com/ripple-progresses-blockchain-tech-high-profile-partners-2017-7
http://joseguilhermelopes.com.bblockchain-e-a-ciencia-de-dados/
https://www.forbes.com/sites/danmunro/2015/12/31/data-breaches-in-healthcare-total-over-112-million-records-in-2015/#6fdc12237b07
https://www.ventureradar.com/
https://www.chainalysis.com/
https://www.bloq.com/
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2015.09.13 11:03 lucas421 NO ESTAMOS CONTRA PODEMOS.

A la Comisión Garantías Democráticas de Podemos Asunto: Oposición Resolución de 30/7/2015 de la Comisión Electoral
Presentador: Aitor Ibarra en representación de la candidatura. Estimados militantes y simpatizantes de Podemos. Estimados compañ[email protected] de la Comisión Estatal de Garantías DEMOCRÁTICAS:
Aitor Ibarra Cebadero, afiliado a Podemos, DNI 22707128 presentador-coordinador de la candidatura anulada, perteneciente al círculo de Bilbao Sur Hegoalde, Barrio de Rekaldeberri, tras la resolución del 30 de agosto de 2015, del Comité Electoral, por la que se dispone anular la candidatura Justizia Social, Participación Ciudadana y a sus candidatos elegidos, mediante sufragio universal, libre, directo y secreto, en base a la organización de primarias organizado y controlado en todas sus fases, conforme al calendario electoral establecido, por el Comité Electoral, desconociendo las personas físicas que componen el mismo salvo Javier Pérez con quien me relacioné y Pablo Echenique quien nos ha notificado la resolución. 
Vengo a oponerme en nombre de la candidatura, por los motivos que se indican en el presente escrito de oposición a dicha resolución, impugnando la resolución y los argumentos que utiliza la Comisión Electoral de Podemos para anular la candidatura Justizia Social Participación Ciudadana después de más de un mes de la publicación de los resultados electorales de primarias, para elegir las candidatas y candidatos de Podemos a Cortes Generales, indicando no ser ciertos los argumentos utilizados para descalificar la candidatura y conforme mejor corresponda en derecho y
DIGO:
PRIMERO.- Que el motivo de la presente impugnación/recurso, decidida después de transcurrido mas de un mes de conocer el resultado de las primarias celebradas para la presentación de los electos a las listas para la elección a Cortes, Congreso y Senado, por parte de nuestro partido PODEMOS y de publicar su resultado, convocadas mediante un Reglamento Electoral de procedimiento, elaborado por la dirección de Podemos sin consultar con las bases, ni tampoco con los círculos, ni con sus órganos representativos del partido, en el que no solo pocos afiliados han estado de acuerdo, sino que muchos de ellos, se han manifestado públicamente en contra del Reglamento, hecho a la medida del aparato oficial del partido, a mayor abundamiento habiéndose alzado numerosas voces públicas en contra de dicho Reglamento Electoral.
No obstante en nuestra candidatura Justizia Social, Participación Ciudadana, nos presentamos a dichas elecciones de primarias con el deseo de buscar una colaboración con la dirección de nuestro partido para influir en una mayor participación democrática de las bases en la toma de las decisiones más importantes, con el fin de buscar el poder decisivo de las bases, de los círculos, de las asambleas, poniendo en sus manos numerosos abogados, dado que nuestra idea nació de un círculo de juristas de todos los territorios y activistas diversos para poder en el caso de que los votantes nos eligieran, como lo han hecho, influir en las mejores decisiones del entorno en el que se mueve la base social del partido. 
Con un programa propio, nos presentamos a las primarias, anunciando nuestra influencia si salíamos elegidos, en potenciar el poder decisorio de las bases, una mayor democracia en el partido, potenciando los círculos y dándoles mayor poder decisorio que el actual, al tiempo que hacíamos público nuestro hincapié en:
a) La reforma constitucional en especial dos derechos básicos de tipo social y de fácil desarrollo constitucional como son: 1. El derecho a trabajo (o su sustitución por una renta universal) y 2. El derecho a la vivienda (porque la vivienda habitual es un derecho básico protegido constitucionalmente, así como la paralización de todos los desahucios creando territorios libres de ejecuciones hipotecarias o influir sobre la idea de que las hipotecas no son de los bancos, lo que se ha dado en llamar por nuestros candidatos la titulización habiendo expertos en este asunto dentro de nuestra candidatura).
b) El segundo aspecto de nuestro pequeño programa era crear las condiciones para provocar un plebiscito sobre la república. c) Y el tercero hacíamos mención a la reestructuración de la deuda pública que debía ser auditada por falta de legitimidad, al resultar mucha de ella odiosa e ilegítima en una parte importante tanto por su cuantía y por los propios fines de una parte de ella. Como decimos una vez cumplidos los requisitos que nos fueron diciendo a través de nuestro interlocutor de la Comisión Electoral, Javier Pérez a través en relación con de este presentador de la candidatura, mediante el email corporativo de ambos, se admitió una vez indicadas todas las instrucciones recibidas por el Sr. Pérez la candidatura, para poder ser votada, indicando que fueron numerosos los candidatos que por unas causas o por otras siempre a juicio de la Comisión Electoral, fueron unos candidatos sacados de la candidatura y puestos como independientes y otros simplemente sacados de la candidatura, e incluso nuestra cabeza de lista que tampoco se presentaba para la Presidencia, fue puesta por la Comisión Electoral por arte de magia, suponemos que motivado por una mala coordinación o falta de medios mas que basado en la mala fe o malas intenciones. Una vez que nuestra candidatura fue validada, en el tiempo correspondiente conforme a los plazos del calendario electoral publicado y respetado, por cumplir los requisitos de admisión que expresamente se exigían y se controlaban, publicada por la comisión electoral, sometida a votación y vistos los resultados, la Comisión Electoral no tiene otra mala intención, que anular nuestra lista, con la invención de falsos motivos. Nuestra candidatura salió elegida como más votada, después de la lista de los compañeros Gordillo, Cañamero y otros de la candidatura de Etica y Ciudadanía. Por ello en combinación con el criterio territorial nuestros candidatos ocuparon puestos de relevancia desde el 127 en adelante ocupando en muchos territorios los segundos y terceros puestos en adelante. Buenos resultados para nuestra candidatura, pero que al parecer incomodan los planes de la Dirección de Podemos. Si combinamos los resultados obtenidos en primarias con otros candidatos tenemos que a nivel nacional nuestros candidatos fueron globalmente los segundos más votados o terceros si contamos con la candidatura de Gordillo y Cañamero cuya intención según manifestaron, era presentarse solamente por Andalucía. En conclusión que nuestros candidatos podrían ocupar los segundos puestos utilizando la opción acordada por Podemos en el Reglamento. De tal modo que muchos de nosotros podríamos elegir el segundo o tercer puesto en función de la paridad mediante cremallera en muchas provincias después de los candidatos de Pablo Iglesias y de la encabezada por el compañero Gordillo para Andalucía como dijeron. La cuestión es que nuestrxs candidatxs han salido elegidos para ocupar la opción de ir por segundo o tercer puesto en muchos lugares de España para los cargos de Diputados, de conformidad con el Reglamento. Así ya se barajaron oficialmente en asambleas en diferentes territorios de España quienes habían salido segundos y terceros para la confección de las listas provinciales para el Congreso. Al parecer lo más fácil para impedir que los candidatos elegidos democráticamente puedan ocupar puestos preferentes, ha ideado buscar falsas excusas, antidemocráticas, formalismos añadidos o simplemente falsedades ocultas para intentar justificar lo injustificable y para impedir quedar como una medida antidemocrática e impopular que parezca que podemos sea una parte más de los partidos de nuestra escena nacional, teniendo que disimular que cogen a sus amiguitos a dedo, para ocupar puestos saltándose la voluntad de los votos y presentarse a los cargos saltándose así sus propias normas recogidas en su Reglamento electoral y es así como han manipulado los requisitos electorales inventándose la nulidad de las actas que con anterioridad las habían dado por válidas. Dicha actitud es propia de otro tipo de personas, de otro tipo de partidos, pero no de quienes dicen llamarse demócratas, que respetan los resultados electorales, que se inventan falsedades para fingir motivos de falta de formalismos, a mayor abundamiento cuando ellos se han encargado de controlar todo, absolutamente todo el desarrollo electoral controlando los avales, la presentación de candidatos, los plazos, el censo, los votantes, los documentos, etc.. por lo que solo ellos han sido responsables del resultado y ahora a mayor inri, no lo respetan, anulándonos la candidatura, después de más de un mes publicados los resultados legítimos de nuestrxs candidatxs.
SEGUNDO.- Nuestras candidatas y candidatos, han pasado el minucioso control establecido por el Comité electoral y si no ha sido así solamente hay un culpable y es la propia comisión electoral. SI LO HUBIESE HECHO y fuesen verdad los argumentos que indican en la resolución, nuestros candidatos hubieran subsanado el aval presentado con un segundo aval como disponía el reglamento y no nos han dado oportunidad porque entre otras cosas se nos admitió en su día expresamente sin que existiera la mínima duda de los avales. Esto es un engaño y manipulación electoral en toda regla pero además para el caso que se hubiera dado alguna incorrección o falta de documento se hubiera exigido dentro del plazo y de no hacerse se hubiera producido indefensión por la Comisión Electoral, por los siguientes motivos: 1.- SI NOS HUBIERAN EXIGIDO DURANTE EL PROCESO ELECTORAL UN SEGUNDO AVAL SE HUBIESE PRESENTADO SIN DUDA POR TODOS LOS CANDIDATOS. 2.- ME INDICARON MEDIANTE EMAIL QUE EL AVAL ESTABA BIEN HECHO PARA LA LISTA Y QUE CON ESTE DE HEGOALDE ERA SUFICIENTE, QUE NO HACIA FALTA PRESENTAR UN SEGUNDO AVAL. (doc. 1 que se inserta, email de Javier Pérez del Comité Electoral) Nota: designamos el archivo de email de podemos donde se encuentra el original a los fines probatorios legales pertinentes. DOC. 1 -----— Mensaje reenviado —----- De: primarias.estatales [email protected] Para: [email protected] CC: Asunto: Re: CONSULTA LISTAS Fecha: jul 8, 2015 6:31:32 p.m. UTC
Hola Aitor, Vale con el aval de la lista. Sí, todo el mundo debe registrar su candidatura individual por un lado, y que su DNI aparezca en el registro de una lista por otro. Un cordial saludo,
3.- El proceso electoral lo controlaba la comisión electoral que para eso fue nombrada para ejercer el control electoral del cumplimiento de todos los requisitos, tanto del sufragio activo como pasivo. 4.- El propio sistema informático no permitía presentar más de un aval.
Queda claro que cualquier presentación de documento o invalidación fuera de plazo ha de ser extemporánea y tenerse por ser ANTIDEMOCRATICA y fuera de toda duda pasar un trámite electoral sin advertir nada y cuando se conocen los resultados TE ANULAN LA CANDIDATURA. Esta burda anulación atenta contra el mas mínimo principio democrático cual es el de atenerse a los resultados. Es lo menos que podemos pedir a nuestros dirigentes, que un proceso electoral sea limpio. ¿Que esconde la dirección de Podemos bajo esta actitud? Podemos entender que solo esconda la intención de apoyar a sus amiguitos y no sea el inicio de una actitud antidemocrática para ir en contra de la opinión popular, de la ciudadanía expresada en las urnas, en contra de sus bases, en este caso en las urnas de cuantos estamos con PODEMOS. Esperemos que no sea mas que eso, apoyar a sus amiguitos y no una avanzadilla de lo que va a ser la política general de Podemos en los próximos años. Si es lo primero, podríamos llegar a asumirlo pero si es lo segundo nace un nuevo problema muy serio, que tendría garantías democráticas tomar medidas, y plantearse de si está con la dirección de Podemos, representada por quien firma dicha anulación de nuestra candidatura, O CON LOS VOTANTES que han indicado claramente su intención con su voto, a quienes hemos sido elegidos sin trampa ni cartón. Lisa y llanamente nuestros candidatos han sido elegidos por los afiliados, militantes y amigos de PODEMOS. Una actitud así de dirigentes políticos no se conocía en la vida política de nuestro país y por ello nos defenderemos primero ante esta comisión esperando que su nombre COMISION DE GARANTIAS DEMOCRATICAS hoy mas que nunca haga honor del mismo y tumbe de una vez por todas las decisiones contrarias a la democracia participativa como han sido unas elecciones celebradas por quienes han preparado un reglamento a su medida; han dado quince días de plazo a las candidaturas opositoras a la dirección mientras la propia dirección llevaba meses preparando y eligiendo a sus candidatos; Han venido haciendo campaña con el dinero del partido en beneficio de sus propios candidatos mientras que las candidaturas alternativas han tenido que conformarse con los pocos medios y reunir muchos esfuerzos para conseguir votantes e incluso para poder votar y que les dieran la clave para poderlo hacer. Es muy grave anular una candidatura cuando ya se ha votado y faltar a la verdad para manipular los resultados. Esperemos que en bien del partido LA COMISION DE GARANTIAS DEMOCRATICAS nos de la razón accediendo a lo que solicitamos y restaurando la buena imagen que nos han creado a los candidatos y a los miembros de los círculos avalistas, en el buen nombre del partido y en la restauración de la democracia validando la candidatura y respetando los resultados obtenidos dando opción a nuestros candidatos para elegir territorialmente la provincia por la que se quiere presentar en función de los votos obtenidos y la paridad en cremallera, informando de forma transparente y RESPETANDO ASI LOS RESULTADOS DE LOS VOTANTES DE PODEMOS EN LAS PRIMARIAS conforme se indica en el propio Reglamento Electoral. Queda claro que la medida es arbitraria, caprichosa, injustificada y esta fuera de toda duda la persecución y discriminación hacia nuestros candidatos y candidatas. Nuestra legitimidad esta clara y que somos de Podemos pertenecientes a los círculos indicados y avalados por nuestros compañeros; que quienes nos presentamos disponíamos de avales suficientes tanto del circulo al que pertenece cada uno como al de Hegoalde que presentó los avales de la lista; Que el sistema informático solamente permitía presentar un aval no dos; que la comisión electoral nos dio el visto bueno; que la comisión electoral nos controló a todos nuestros candidatos y así nos eliminó a cuantos quiso tanto de la lista como eliminación definitiva y que el aval supera el diez por ciento con creces, siendo falso lo que se indica en el mismo y que la reunión se celebró el mismo día de la fecha que consta en el acta. 
NOTA:SE ADSCRIBEN AL PRESENTE RECURSO todos los candidatos (salvo quienes hayan optado por hacerlo de forma individual o hayan desistido exp
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2015.09.12 11:57 jabato1962 Justizia Social, Participación Ciudadana han

A LA COMISION ESTATAL DE GARANTIAS DEMOCRATICAS
Asunto: Oposición Resolución de 30/7/2015 de la Comisión Electoral
Vengo a oponerme por los motivos que se indican en el presente escrito de oposición a dicha resolución, impugnando la resolución y los argumentos que utiliza la Comisión Electoral de Podemos para anular la candidatura Justizia Social Participación Ciudadana después de más de un mes de la publicación de los resultados electorales a primarias para elegir las candidatas y candidatos de Podemos a Cortes Generales, indicando no ser ciertos y conforme mejor corresponda en derecho y DIGO:
Previo.-La primera cuestión que hay que indicar que en general los candidatos y candidatas de la lista Justizia Social, Participación Ciudadana han obtenido resultados altamente positivos habiendo sido la segunda lista a nivel nacional más votada o la tercera si tenemos en cuenta la candidatura Ética y Ciudadanía del compañero Gordillo de IU hasta entonces, habiendo obtenido los segundos y terceros puestos en la mayoría de los territorios a excepción de Barcelona y Madrid que estaban ocupados en su mayoría por el equipo de Pablo Iglesias y con excepción también de Andalucía que fueron mas votados los compañeros de Gordillo y Cañamero. La injusta medida ha sido adoptada fuera de plazo y por quienes han controlado todo el proceso, la Comisión Electoral sin que exista el motivo indicado, de forma siniestra, silenciando durante tantos días y anulando la candidatura por error en el aval del círculo de que avaló la candidatura, habiendo cumplido todos los requisitos formales en cada fase del procedimiento para poder optar a ser candidato y que además según la resolución de forma insubsanable, cuando además en su caso acompañamos acta de ratificación del círculo avalista principal de Hegoalde, nuevamente ratificándose en los avales y por unanimidad de los asistentes estando en desacuerdo y contradiciendo al Comité Electoral por la medida adoptada. Se impugna la resolución anunciada por la Comisión Electoral en base a los argumentos utilizados es el presente escrito de impugnación contra los motivos utilizados y conforme al Reglamento que los propios dirigentes impusieron sin negociación alguna, con la repulsa de todos los órganos internos de Podemos y de los círculos y como no de todas las Bases de Podemos. 
Previo II.-Veamos los motivos utilizados y lo que dice el Reglamento:
LOS MOTIVOS INDICADOS EN LA RESOLUCION DEL 30 DE AGOSTO.
En el email enviado personalmente se hace mención a que el aval de la candidatura queda anulado como se recoge en la copia recibida el 30/8/2015 son:
CONSIDERA: 1. Sobre la lista JUSTIZIA SOCIAL Y PARTICIPACIÓN CIUDADANA a. Que el acta principal de validación de la candidatura presentado es el de la supuesta Asamblea del Círculo PODEMOS BILBAO SUR-HEGOALDE de fecha 6 DE JULIO DE 2015. b. Que el acta presentado es claramente insubsanable ya que i. Reconoce en su tenor que “se le advierte al solicitante de dicha lista única que debido a las numerosas personas que se desconocen SE AVALA BAJO LA RESPONSABILIDAD DEL PRESENTADOR”, siendo que el reglamento recoge el requerimiento de un número mínimo de miembros del 10% conocidos del Círculo. ii. No se especifica en dicha Acta quién es el presentador. c. Que los avales individuales otorgados por el Círculo de Barcelona adolecen así mismo de defectos insubsanables como el aval de miembros ausentes, que no solicitaron aval formalmente, no pertenecientes al Círculo ni a su Comunidad Autónoma. RESUELVE: 1. Sobre la lista JUSTIZIA SOCIAL Y PARTICIPACIÓN CIUDADANA a. Invalidar todas las candidaturas cuyo aval otorgado por la Asamblea del Círculo PODEMOS BILBAO SUR-HEGOALDE de fecha 6 DE JULIO DE 2015 no se considera válido. b. Invalidar todas las candidaturas individuales cuyo aval no se considera válido otorgado por el Círculo de Barcelona.
En resumen parece indicar los motivos:
I...siendo que el reglamento recoge el requerimiento de un número mínimo de miembros del 10% conocidos del Círculo. II. No se especifica en dicha Acta quién es el presentador. III ... Círculo de Barcelona adolecen así mismo de defectos insubsanables como el aval de miembros ausentes, que no solicitaron aval formalmente, no pertenecientes al Círculo ni a su Comunidad Autónoma
RESUELVE.
...Círculo PODEMOS BILBAO SUR-HEGOALDE de fecha 6 DE JULIO DE 2015 no se considera válido... .... Invalidar todas las candidaturas individuales cuyo aval no se considera válido otorgado por el Círculo de Barcelona.
En definitiva falta una clara justificación que motive la grave medida adoptada fuera de plazo de anular a candidatos elegidos democráticamente y una vez publicados los elegidos y que tuvieron a bien elegir mediante sufragio personal, directo y secreto los afiliados y simpatizantes de Podemos.
Viene a decir la resolución que el 10% de los miembros avalados no son conocidos del circulo. TOTALMENTE INCIERTO YA QUE TODOS LOS MIEMBROS AVALADOS, DE BIZKAIA, SON CONOCIDOS DEL CIRCULO Y LOS DESCONOCIDOS FUERA DE BIZKAIA PERTENECEN A OTROS CIRCULOS, PRINCIPALMENTE Y ORGANIZADA LA CANDIDATURA EN CIRCULOS DEL ENTORNO DE JURISTAS Y ACTIVISTAS DE DIFERENTES PROCEDENCIAS Y QUE MILITAN EN OTRAS COMUNIDADES PERO QUE SON CONOCIDOS POR EL PRESENTADOR AITOR IBARRA POR TENER CONTACTOS CON ELLOS.
Se acompaña acta del círculo de HEGOALDE con posterioridad a dichos acontecimientos celebrada este lunes 7 DE SEPTIEMBRE donde se posicionan en contra de la RESOLUCIÓN ADOPTADA y manifiestan haber sido avalados con un escrupuloso cumplimiento del Reglamento Electoral de Primarias.
¿PERO QUE DICE EL REGLAMENTO?
I. EN CUANTO AL CONTROL PROCEDIMENTAL
Artículo 15. Organización y control del proceso electoral. Los encargados de la organización, acompañamiento, control y auditoría de las elecciones serán los siguientes órganos, que asumirán las funciones que se describen a continuación: 
a) La Comisión Electoral. Es el órgano de control del proceso electoral. Su función es la de garantizar el buen funcionamiento del proceso y velar por el cumplimiento de este reglamento. El Consejo Ciudadano Estatal ratificará, a propuesta del Secretario General, la composición de una Comisión Electoral.
 ¿Que hizo La Comisión Electoral? La Comisión Electoral conforme al calendario establecido fue recogiendo las candidaturas, solicitando el cumplimiento de los formalismos establecidos por todos los candidatos, con el rellenado de las fichas y el cumplimiento de los avales y demás requisitos establecidos. Las candidatas y candidatos individualmente rellenaban sus fichas con sus datos, aportando los avales correspondientes, que solamente se podía subir un aval al espacio informático establecido para ello, porque la herramienta informática no lo permitía a pesar de que el Reglamento habla de poder ser dos los círculos que avalen pero solo uno de ellos ha de tramitarlo y por otro lado el presentador Aitor Ibarra, fue aportando y comunicándose vía email con el portavoz de la Comisión Electoral Javier Pérez. Ambos a lo largo del desarrollo electoral van colaborando en la entrega de datos y en el control de los mismos y con la lógica natural se van realizando preguntas y solucionando errores materiales, fundamentalmente números del documento nacional de identidad incorrectos, nombres o apellidos no coincidentes, presentación de un aval en vez del otro y otros datos y errores objetos de subsanación. Era normal y están recogidos los correos en que ambos se preguntaran las dudas, tanto desde Javier a Aitor o desde el presentador de la lista, Aitor a Javier. En una de estas preguntas casualmente sobre el aval presentado le dice Aitor a Javier que mire a ver si es conforme con el Aval que le entrega y realizado por el círculo de Hegoalde para toda la lista con el fin de no hacer un segundo aval, de donde realiza la actividad cada candidato y Javier le contesta afirmativamente que CON ESE AVAL YA VALE. Esta pregunta del aval se realiza casualmente porque ante la duda de volver loca a la gente y pedirle un aval en vez del otro de su circulo y por agilizar por eso le hizo la pregunta y se le envía el de Hegoalde. Así es que si la Comisión de Garantías le hubiese pedido al presentador que las candidatas y candidatos presentasen el aval de su círculo en todo momento se hubiera conseguido. 
Luego si ahora dice la Comisión Electoral que no se ha presentado el aval adecuado NO ES MAS QUE PORQUE LA COMISION ELECTORAL HA COMETIDO UNA DEJADEZ EN SUS FUNCIONES, tal y como se desprende de la conversación recogida en el Correo que se acompaña.
ESTA ES LA COPIA DEL AVAL:
-----— Mensaje reenviado —----- De: primarias.estatales [email protected] Para: [email protected] CC: Asunto: Re: CONSULTA LISTAS Fecha: jul 8, 2015 6:31:32 p.m. UTC
Hola Aitor,
Vale con el aval de la lista.
Sí, todo el mundo debe registrar su candidatura individual por un lado, y que su DNI aparezca en el registro de una lista por otro.
Un cordial saludo,
Se comprueba por parte de la Comisión Electoral, las listas, los candidatos, los avales, la paridad en cremallera de la ley de igualdad y hay que señalar que la Comisión Electoral recorta la lista, quitando a algunos candidatos, por incumplir la paridad del sistema de cremallera a partir del 91 candidato en adelante y por otros motivos que tuvo a bien la Comisión Electoral de indicar a cada candidato retirado de la lista. Es decir que dicha Comisión Electoral siempre estuvo muy activa con nuestra candidatura a la hora de recortar quienes nos presentamos y fueron muy estrictos con nuestra candidatura a la hora de exigir los requisitos y muy evasivo con el presentador escudándose en la Ley de Protección de Datos para negarle información más que la estrictamente necesaria. Por lo tanto entendemos que si nuestra candidatura y nuestros candidatos superaron todos los requisitos por la Comisión Electoral y no hubo incidencias ni recursos... A QUE VIENE AHORA ALEGAR LA ANULACIÓN DE LA CANDIDATURA UNA VEZ CONOCIDOS Y PUBLICADOS LOS RESULTADOS? En todo caso habrá incurrido la Comisión Electoral en dejadez de funciones y en habernos creado indefensión dado que se pudo presentar un aval de su Círculo para el caso de que fuese imprescindible y si no lo pidieron para poder pasar a la siguiente fase del proceso electoral, fue porque no lo consideraron necesario la Comisión Electoral, no porque no se dispusiera. De conformidad con el Reglamento en el Art. 15. se indica que la Comisión Estatal de Garantías Democráticas velará en última instancia en todas las fases del proceso y hay que indicar que todas las fases han sido superadas sin que haya existido recurso alguno merecedor de la intervención de recurso a la Comisión Electoral. Así que el Reglamento Electoral de Primarias indica: 
b) La Comisión Estatal de Garantías Democráticas. La Comisión Estatal de Garantías Democráticas velará en última instancia por la concordancia del proceso en todas sus fases con lo establecido en el documento de Principios Éticos, y resolverá los recursos que se establezcan contra las decisiones de la Comisión Electoral de acuerdo con este reglamento, los documentos aprobados en la Asamblea Ciudadana «Sí se puede», los Estatutos del partido y la legislación vigente, velando por la limpieza y la transparencia del proceso y por el respeto de los derechos de todas las personas inscritas en Podemos. Las diferentes Comisiones de Garantías Autonómicas llevarán a cabo los procedimientos de invalidación que se susciten sobre las candidaturas de orden territorial, y resolverán los recursos que afecten a las mismas de forma motivada y recurrible ante la Comisión Estatal de Garantías Democráticas. Aquellas cuestiones que afecten a las listas de orden estatal serán competencia de la Comisión Estatal de Garantías Democráticas.
No ha existido recurso alguno ante la Comisión Electoral en ninguna de las fases del proceso y una vez que se han publicado los resultados entendemos que carece de legitimidad para anular dicha lista. La doctrina de los propios actos que tanto se alegan en los Tribunales y que también vinculan a los órganos administrativos como aquí se trata indica que quien tuvo un comportamiento determinado no puede variarlo, nadie puede ir contra sus propios actos. Pudo pedir en su momento nuevos documentos pero fueron suficientes a juicio de la Comisión Electoral y no lo hizo, consideraron válidos y cumplidos los requisitos, para el sufragio activo de las primarias por parte de nuestra lista y los candidatos que la integraban y no se solicitaron subsanaciones, mas que las que en cada momento de cada fase se fueron indicando y cumpliendo. 
Luego esta fuera de toda lógica y lugar anular la candidatura por falta de un formalismo una vez que se ha celebrado el escrutinio y han salido elegidos nuestros candidatos y no se pidió la subsanación. De haberse pedido se hubiese entregado en plazo y forma solicitada.
A mayor abundamiento la Comisión de Garantías debía de haber indicado ya la autoridad independiente que ha asegurado la transparencia del proceso y si nada ha indicado durante el proceso no lo va a hacer ahora porque anular la candidatura una vez votada y cuando ya se conoce el resultado lejos de ser una medida transparente tiene tintas de ser una medida antidemocrática lejana a los tiempo actuales y propio de las repúblicas bananeras. 
Así se indican en el Reglamento con el fin de ser transparentes las votaciones a primarias:
c) Las votaciones serán auditadas por autoridades independientes para asegurar la transparencia del proceso. La Comisión Estatal de Garantías Democráticas velará por el respeto durante todo el proceso de los derechos de los candidatos.
Y las Autoridades Independientes nada han dicho ni dirán sobre la transparencia y a mayor abundamiento casualmente la Comisión de Garantías a sensu contrario tiene el deber de velar por el derecho de los candidatos y no el de exigirles nuevos documentos no solicitados por la Comisión Electoral o la subsanación de los mismos cuando ya se ha celebrado el escrutinio.
Por lo que dicha Comisión Estatal de Garantías Democráticas a mi juicio esta incurriendo, sin darse cuenta posiblemente, en connivencia con la Comisión Electoral, anulando una candidatura en vez de velar por los derechos de los candidatos cual es el derecho fundamental, el derecho al sufragio pasivo en una elecciones libres y democráticas.
Considero que no es función de esta Comisión de Garantías pedir nueva documentación sin haberla pedido a su tiempo la Comisión Electoral y mucho menos invalidar una candidatura por dicho motivo cuando se han dado por buenos los avales en la fase correspondiente, por quien tiene la responsabilidad de controlar el proceso, que es la Comisión Electoral, sin que haya existido impugnación alguna, porque en su caso se nos hubiese producido indefensión y vulnerado el derecho a la defensa en este caso electoral o el derecho constitucional a ser votado que produce de facto la revocación de la resolución que recurrimos. .
SOBRE EL FONDO DEL ASUNTO:
...siendo que el reglamento recoge el requerimiento de un número mínimo de miembros del 10% conocidos del Círculo.
Veamos si de los 91 miembros admitidos en la candidatura para el Congreso, no hay un 10% de miembros del circulo de Hegoalde y a todas luces se ve que si los hay y que lo afirman de forma palmaria los miembros del círculo avalista, con el Acta de este mismo lunes 7 de septiembre que se acompaña. Al tratarse de 91 miembros presentados en las listas por dicha candidatura se ve claramente que se necesitarían nueve miembros del circulo y solamente los presentados y pertenecientes al círculo de Hegoalde somos: Aitor, Teresa, Rafa, Manu, Nagore, Rosa, Carlos, Santi, Luis, Manolo,... y siguen.
Hubo otros miembros también de este territorio que fueron avalados por el círculo de Hegoalde pero perfectamente podía haberse avalado por nuestros vecinos de barrio Ekialde o por los de Zorroza, ambos de Bilbao pero que precisamente por el correo enviado del Comité Electoral a través de Javier Pérez contestando a Aitor una vez enviado el acta con el aval fue lo que hizo obedecer las instrucciones.
Luego es evidente que la confusión cae por su propio peso y la resolución ha de tenerse por revocada, validando los resultados obtenidos por nuestras candidatas y candidatos conforme al sentir popular de los afiliados y simpatizantes de Podemos que votaron en nuestras elecciones a primarias.
Una vez dejado claras las cuestiones anteriores mediante los apartados previos, vengo a oponerme y presentar recurso contra la resolución indicada conforme a los siguientes argumentos:
PRIMERO.- Es extemporánea la medida adoptada ya que se toma fuera de plazo y se invalida el aval transcurridos más de 50 días, desde la presentación del aval y habiéndose aceptado con anterioridad por quien tiene el deber de hacerlo, lo que va en contra de la doctrina denominada de los actos propios que dice que nadie puede ir contra sus propios actos.
SEGUNDO.- Se realizó por el presentador Aitor Ibarra, el 8 de julio mediante el correo que se acompaña a Javier Pérez por medio de [email protected] y se confirma la validez del aval: "vale con el aval de la lista" le indica, por lo que pudo haberse indicado que presentara un segundo aval si así se hubiera indicado, habiendo causado indefensión y desigualdad frente a los demás, dado que los datos de todos los candidatos ya los posee la organización podemos en sus bases de datos.
TERCERO.- Si se hubiesen querido subsanar los avales se podían haber pedido en cada fase del procedimiento ya que en cada fase conforme al calendario electoral se establecían unos preparativos diferentes con el fin de pasar a la siguiente entendiéndose que si ha sido ya votada para poder ser sujeto pasivo de la votación o candidato debía haber pasado positivamente la fase anterior sin la existencia de recurso alguno durante el período de subsanación sin decir nada sobre que el aval no es válido, o incluso a algunos miembros se les ha requerido para que aporten o complemente otros datos o documentos entre ellos otro aval.
CUARTO.- Se menciona que no se conocen el 10% de los miembros cuando esto no es cierto porque 26 de los 91 miembros de la lista son del círculo Bilbaíno Hegoalde, conocidos por el mismo al tener su domicilio en Bilbao tal y como podrán comprobar fácilmente corroborando sus domicilios por lo que el supuesto que dicen no se cumple porque hay mas de quince miembros del barrio de Rekalde de Bilbao, otros del barrio de Santutxu y mas del barrio de Zorroza, tres barrios conocidos de Bilbao donde desarrollan su labor los 26 miembros de la candidatura del entorno. Además todos los miembros de la candidatura pertenecen a otros cìrculos de Podemos, bien sectoriales o locales.
QUINTO.- derechos adquiridos y vulneración de que nadie puede ir contra sus propios actos. Si el aval de la lista no fuera válido esta circunstancia debiera haberse notificado en plazo, evitando que dicha candidatura se presentase a las elecciones y no una vez que transcurre un mes desde que se conocen los resultados de las primarias. Por lo que la Comisión Electoral en todo caso ha cometido dejadez en sus funciones y esto no se le puede hacer pagar a nuestros votantes y a nuestra candidatura sino que lo lógico hubiera sido pedir una subsanación.
SEXTO.- Además el desarrollo informático no dejaba subir al sistema puesto por Podemos, más que un aval cuando las candidatas y candidatos disponían de más de dos avales, el de su círculo, el del círculo de Hegoalde, y el de otros círculos sectoriales como el de la justicia en muchos de los candidatos.
SEPTIMO.- Estos mismos motivos de impugnación sirven en cuanto a lo indicado para el círculo de Barcelona porque se tenía que haber mandado subsanar que para ello está la Comisión Electoral y en todo caso los recursos establecidos durante los tiempos correspondientes y no al final del proceso.
OCTAVO.- Que los daños y perjuicios ocasionados por el Comité electoral y por podemos en general contra este candidato al igual que contra los demás de la candidatura, supone el atentado directo a los derechos fundamentales, recogidos en la propia CE y en las normas electorales en este caso y en el derecho al honor al tiempo que si se le imposibilita ejercer el cargo para el que fue elegido por los votantes habiendo obtenido el tercero mas votado de los candidatos de Bizkaia y si ocupase otra persona mi puesto daría lugar para el caso de ser elegido a un daño económico elevado, cuantificable por el importe dejado de percibir y por la propia condición del puesto para el que fue elegido produciendo un daño moral y económico de elevada cuantía, por lo que la intención es continuar en la jurisdicción ordinaria sobre el presente litigio para el caso de no ser solucionado mediante el presente recurso.
Es por ello por lo que
SOLICITO AL COMITE ESTATAL DE GARANTIAS DEMOCRATICAS que admita el presente escrito de recurso contra la resolución de fecha 30 de agosto del Comité Electoral por la que se anula la candidatura de la lista Justizia Social, Participación Ciudadana y por consiguiente la propia de este candidato y en base a lo expuesto, admita la petición, teniendo por impugnada la resolución indicada, la anule y reponga nuevamente nuestra candidatura dando por válidos los resultados publicados y en su mérito se confeccionen las listas informando de la opción a nuestros candidatos en función del numero de votos obtenidos para que vayan eligiendo el lugar por donde se presenta, representando a nuestro partido para las próximas elecciones al Congreso y Senado, haciendo público ante todos los afiliados y ciudadanía en general la anulación de la resolución impugnada con que los avales fueron realizados adecuadamente con el fin de limpiar toda duda y dejar nuestro honor y el de los círculos avalistas limpio de toda sospecha ante las compañeros del partido y demás ciudadanas por esta causa ilegitima auspiciada desde la dirección del partido.
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